Dr. Marcello Barni


Ortopedia e Cirurgia do Ombro e Cotovelo

CRM-SP: 182.849 | RQE 873005


Sou formado em medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e fiz Residência Médica em Ortopedia e Traumatologia pelo Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas de São Paulo (IOT/HCFMUSP).


Possuo título de Especialista em Ortopedia e Traumatologia pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia e fiz Especialização de Ombro e Cotovelo pelo Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas de São Paulo.

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Capsulite Adesiva

Tratamento para capsulite adesiva em SP


Ortopedista com especialização em Ombro e Cotovelo, o Dr. Marcelo Barni oferece abordagens avançadas para o diagnóstico e tratamento de Capsulite Adesiva em busca do alívio da dor e restauração da mobilidade do paciente. Sua formação sólida e experiência significativa fornecem a base para a assistência personalizada que você busca. Agende uma consulta!

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Introdução

O que é Capsulite Adesiva?

A Capsulite Adesiva, também conhecida como "ombro congelado”,  é uma condição dolorosa em que a movimentação do ombro torna-se rígida e limitada. Trata-se da inflamação difusa de uma estrutura chamada cápsula articular —  localizada na parte mais profunda do ombro e que une a parte superior do osso do braço (cabeça umeral) ao encaixe do ombro (glenóide) — que se torna espessa e rígida. 


A patologia apresenta algumas características que normalmente se desenvolvem lentamente em três estágios ao longo dos meses:



  1. Estágio Inflamatório: ocorre quando qualquer movimento do ombro causa dor e a amplitude de movimentos começa a ficar limitada;
  2. Estágio de congelamento: a dor pode começar a diminuir durante este estágio. No entanto, seu ombro fica mais rígido e mais difícil de usá-lo;
  3. Estágio de descongelamento: aqui a amplitude dos movimentos do ombro começam a melhorar espontaneamente. 


A causa exata da patologia ainda é desconhecida, porém, sabe-se que a capsulite adesiva está associada a algumas doenças (como diabetes, doenças autoimunes e distúrbios da tireóide) e pode surgir em pacientes que já passaram por alguns procedimentos (como cirurgias mamárias, cateterismo ou cirurgia cardíaca).

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Sintomas

Como identificar a Capsulite Adesiva?

Na fase inflamatória, os pacientes começam a sentir uma dor progressiva no ombro, piorando gradualmente. 


Conforme os meses vão passando, na fase de congelamento, se manifesta a rigidez, em que o indivíduo começa a perder a flexibilidade normal dos movimentos do ombro e a amplitude passiva (mesmo quando alguém tenta realizar para você).

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Tratamentos

Como tratar a

Capsulite Adesiva?


Na maioria dos casos, o tratamento é conservador e não é necessária uma cirurgia para a correção do problema. O procedimento adequado será indicado pelo especialista levando em consideração a fase em que o paciente se encontra.


Alguns métodos utilizados são: 

  • Uso de medicamentos como corticoides (de modo oral, injetável ou por infiltrações direto na cápsula articular), analgésicos, anti-inflamatórios e/ou relaxantes musculares;
  • Reabilitação, com exercícios de baixa intensidade com frequência e fisioterapia.
  • Crioterapia: uso de gelo por 20 minutos de 3 a 5 vezes ao dia para alívio da dor.


Existem ainda opções de
infiltrações para a capsulite adesiva. As duas mais comuns que são utilizadas nos tratamentos com maior eficácia são:


  • Infiltração articular pura: nela, colocamos um líquido na articulação como por exemplo o corticoide para diminuir a inflamação ou o ácido hialurônico que aumenta a viscosidade do líquido da articulação


  • Hidrodistensão: essa técnica, além de infiltrar, aumentamos com grande volume a quantidade de líquido na cápsula articular. Isso alivia em parte a dor e permite maior movimentação do ombro.


  • Infiltração articular, que pode ser associada à distensão hídrica (dilatação da cápsula) seguida de uma manipulação sob anestesia (procedimento em que o médico forçará o movimento de seu ombro) para ganho de mobilidade, resultando em uma alta taxa de sucesso na recuperação dos pacientes, muitos com retorno dos movimentos e melhora da dor no dia seguinte ao procedimento.


  • Já no bloqueio do nervo supraescapular, são aplicadas injeções com anestésicos aplicados em uma região no alto do ombro com a intenção de diminuir a dor local. Podem demorar alguns meses para o efeito e exige várias aplicações. A vantagem é não necessitar ir ao centro cirúrgico.


Quando nenhuma das opções citadas funciona, o ortopedista pode ainda decidir realizar uma artroscopia.

Nesse técnica por 2 pequenos furos no ombro - de 2cm aproximadamente - , o ortopedista coloca uma câmera dentro do ombro e por métodos minimamente invasivos realiza liberação da cápsula articular. Assim, o movimento retorna ao que era.

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Perguntas Frequentes

Ficou com alguma dúvida?

  • Quanto tempo demora para melhorar?

    As fases variam quanto ao tempo, depende de características individuais. A última fase pode durar anos.


  • Por que realizar procedimentos mais invasivos se a doença é auto-resolutiva?

    Nesse caso, o médico procura melhorar a qualidade de vida durante a evolução da doença. A dor é muito limitante e a rigidez causa prejuízo no trabalho, por exemplo.


  • Por que o ombro fica duro?

    O movimento do ombro depende de muitos fatores, nesse caso, em específico, a capsulite provoca diminuição da quantidade de líquido articular, além da cápsula articular ficar espessa e rígida, limitando os movimentos do braço. É possível ter esse tipo de doença após fraturas e imobilizações prolongadas, por exemplo. 

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Sobre mim

Eu sou o Dr. Marcello Barni

CRM-SP: 182.849 | RQE: 873.005

Sou formado em medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e fiz Residência Médica em Ortopedia e Traumatologia pelo Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas de São Paulo.


Possuo título de Especialista em Ortopedia e Traumatologia pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia e fez Especialização de Ombro e Cotovelo pelo Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas de São Paulo.

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